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Ell lula , reforma ortografica .

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A Idade de ser feliz

A Idade de ser feliz Existe somente uma idade para a gente ser feliz. Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los, a despeito de todas as dificuldade e obstáculos. Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer. Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE, também conhecida como AGORA ou JÁ e tem a duração do instante que passa... Mário quintana

NO LIMITE DAS FORÇAS

Um homem, no limite de suas forças, atentou contra a própria vida com uma arma de fogo. Ouvindo o tiro, o vizinho entrou naquele apartamento, e ao lado do corpo encontrou uma carta assim escrita: " Não deu para suportar. Passei a noite toda como um louco pelas ruas. Fui a pé ... não tinha condições nem para dirigir. Perdi meu emprego por injustiça feita contra mim. Nada mais consegui. Ontem telefonaram avisando que minha pequena moradia no campo foi incendiada. Estava ameaçado de perder este apartamento por não ter podido pagar as prestações. Só me restou um carro tão desgastado que nada vale. Afastei-me de todos os meus amigos com vergonha desta humilhante situação. ... e agora, chegando aqui, não encontrei ninguém ... fui abandonado e levaram até minhas melhores roupas! Aquele que me encontrar, faça o que tem que ser feito. Perdão. " O vizinho dirigiu-se ao telefone para chamar a polícia. Quando este chegou viu que havia recado na secretária eletrônica. Era a voz da mulher ...

Quando Eu..

Quando eu reclamo o que não recebo, pergunte-me se sei quanto não dou. Quando eu me lamento porque sofro, pergunte-me quantas vezes eu faço sofrer. Quando eu acuso a ignorância, pergunte-me se eu analiso meus próprios conhecimentos. Quando eu condeno o erro, pergunte-me se eu sei o quanto erro. Quando eu digo que sou amigo sincero, pergunte-me se analiso-me com sinceridade. Quando eu me queixo da penúria, pergunte-me quanto possuo mais do que outros. Quando eu critico o mundo, pergunte-me o que faço para melhorá-lo. Quando eu sonho com o céu, pergunte-me quanto tento extinguir o inferno. Quando eu me digo modesto, pergunte-me se tenho orgulho de parecer humilde. Quando eu condeno o mal, pergunte-me se tenho procurado difundir o Bem. Quando eu deploro a indiferença, pergunte-me se tenho semeado o amor. Quando eu me aflijo com a pobreza, pergunte-me se tenho usado bem minhas riquezas. Quando eu reclamo de espinhos, pergunte-me se tenho cultivado rosas. Quando eu lamento as trevas, pergun...